terça-feira, 12 de março de 2013

Texto:Um Brasil Melhor

No Brasil do 3º milênio temos  discriminação, roubo, assasinato, entre outros, mas temos que compreender que não é uma ação correta para nosso Brasil ser melhor.
Nossos deveres são: Plantar árvores, usar menos carros andando de bicicleta, não jogar lixo na rua.....
Nossos direitos são: Cidades mais limpas, escolas boas, local de trabalho, e outros.
A vida no Brasil não está fácil, pois a justiça não tomou conta do País.
Precisamos de ajuda não só das ONGS mas também de cada um de nós para ter um País melhor. Para isso, não podemos ficar calados, temos que dialogar com todos, a toda hora.
Conto com todos e todas para ajudar aos e seres vivos do País.
Juntos para um Brasil Melhor.
Autora: (Clarinha) Maria Clara   
    

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

No Mundo da Lua

No meio da rua
Penso na lua
Por que está assim, tão cheia?
Desse jeito que clareia?

Ao passar dos dias
Fazendo alegrias
A lua fica pequenininha
E fininha...


      

Autora: Maria Clara (Clarinha)

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

O que serei quando crescer?

Será que serei bailarina
ou mudarei meu nome para Cristina?

Será que serei cantora
ou compositora?

Será que serei tecladista
ou taxista?

Será que serei florista
ou motorista?

Será que serei advogada?
Só sei que estou animada.

Posso virar estagiária
e me tornar veterinária!

         

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Espetáculo do Brasil

 Somos brasileiros
 Um povo festeiro

 Gilberto Gil, Caetano Veloso, Tom Jombim:

 Músicas pra você e pra mim

 Samba lêlê, samba pra você

 O Brasil quero conhecer

 A asa-branca tocou nosso coração

 Pra quem não sabe, ela veio do sertão
 E seu autor é Gonzagão

 O espetáculo do folclore vai começar

 As crianças vão tocar
 E  as pessoas vão se emocionar!

Autora: Maria Clara (poema declamado pela autora no recital Meu Brasil Brasileiro, da Escola de Música Acústica)

 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Rimas

Encontrei esse texto de Luiz Fernando Veríssimo, sobre rimas. Achei muito legal e resolvi postar:

O homem chegou em casa assustado:

-Está por toda a cidade, é uma sina: todo mundo falando em rima.
-O que? -perguntou a mulher.
-Uma compulsão, um vírus, algo no ar. Não diz mais nada sem rimar.
-Que absurdo -disse a mulher- um vírus da rima, ninguém é obrigado a falar o que não quer, seja homem ou mulher. Nenhuma lei... meu Deus,peguei!
-É na rua, é em casa, é em todo lugar. Não se fala sem rimar.
-Mas é uma barbaridade, ser poeta contra a vontade!
-Concordo, é um absurdo. Mas o que fazer? Estou confuso.
-Só há um jeito de se rebelar, resistir e não rimar...
-Como?
-Não falar.
-Mas como nos comunicaremos, se não com as vozes que temos?
-Escrevendo, por que não? Ninguém manda em nossa mão.
-Sei não, será que muda? E se eu escrever como o Neruda?
-Não é hora pra chilique. Pegue um papel, e olha a Bic.

O homem experimenta escrever uma frase no papel. Depois recua, horrorizado.

-Estou quase tendo um ataque. Escrevi como o Bilac!
-Será uma coisa generalizada, que atingiu ate a empregada?
-Vamos ver se é ou não é. Chame a Nazaré.

A mulher chama a empregada.

-Nazaré, vem aqui um minutinho?
-Já vou indo, um instantinho. Estou fazendo ensopadinho.

O homem e a mulher se abraçam. É uma epidemia. A rima tomou conta do país. Mas por quê? O homem tenta racionalizar.

-Tem que haver uma razão, um motivo, uma explicação.
-Será que, de repente, tem a ver com o presidente?
-Você quer dizer o Maravilhoso...
-Que?
-...Fernando Henrique Cardoso?
-O Cardoso, Maravilhoso? Me admira você, que votou no PT!
-Você não esta entendendo? Eu não sei o que estou dizendo!

-Calma, não se apoquente. Fale outra vez, pausadamente.

O homem faz um esforço, mas não consegue.

-Maravilhoso. Fernando. Henrique. Cardoso.
-Tente outra rima, com urgência critica. Quem sabe 'horroroso', por uma questão de coerência política?
-Não consigo, não vê? Tente você!
-O...
-Sim?
-Esplendoro...
-Não!
-Fernando Henrique Cardoso.
-Já vi, é uma perfídia. Tudo culpa da mídia. Nós não estamos enfeitiçados, estamos é condicionados.
-Há uma rima oficial no país. Ninguém mais controla o que diz.
-Quem variar é exótico, até impatriótico.
-Paciência, relaxemos. Isso passa, esperemos...
-Eu até diria assim: rima melhor quem rima no fim.

Aparece a Nazaré na porta da cozinha.

-A senhora chamou? Aqui estou.
-Nada, nada, Nazaré. O ensopadinho, de que é?
-De vitela cortadinha. Batata, vagem e cebolinha.
-Parece uma beleza, pode botar na mesa.